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O CICLO DE NATAL
No horizonte, a Vinda final do Filho do Homem. No centro das atenções, o nascimento de Jesus, em Belém de Judá. A brilhar em cada celebração, a vinda mística do Cristo da nossa fé, que nos garantiu que “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles” (Mt 18,20). No dia a dia, a desafiar a vigilância da nossa fé, a vinda velada d’Aquele que cruza, a todo momento, nosso caminho, em meio a tudo quanto acontece, em cada pessoa, especialmente, no necessitado, no empobrecido, no excluído, “pois eu estava com fome, e me destes de comer” (Mt 25,35). O ciclo anual do NATAL começa pelo Tempo do advento, tempo de preparação dos caminhos do Reino; culmina na noite de natal e se desdobra por uma oitava de alegria pela vinda histórica do Messias e sua repercussão pelos séculos afora, através das celebrações-memoriais; e termina nas Festas da epifania e do batismo do Senhor, momentos privilegiados de sua manifestação. É, com certeza, um tempo forte de cultivo e fortalecimento da fé e da vida cristã. Do começo ao final, uma bem-aventurança de Jesus nos acompanha: felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! (Mt 5,6). Faz bem começar assim um ANO NOVO.
TEMPO DO ADVENTO
Toda celebração cristã tem uma dimensão de espera do Reino. A cada dia suplicamos na oração do Senhor: “Venha o teu reino!” E no coração da prece eucarística aclamamos: “Vem, Senhor Jesus”. Entretanto, o tempo do advento nos é dado a cada ano, como SACRAMENTO DA ESPERA. Os textos bíblicos e litúrgicos do ciclo do natal estão impregnados de imagens que falam das Promessas de Deus e da ansiosa expectativa do povo; da manifestação da sua VINDA no Verbo que se fez carne e da humilde adoração e reverente cooperação das Testemunhas que reconheceram os seus sinais.
E nós, neste tempo de agora, auxiliados pela reserva simbólica ofertada pela liturgia de cada dia, comungamos desta ansiosa esperança, unindo-nos aos anseios da própria criação, também ela e mais do que nunca, em dores de parto à espera de redenção (Rm 8). Somos guiados/as pela íntima certeza de que do tronco cortado sairá um broto; frágil, mas coroado pelo Espírito capaz de recriar o mundo a partir do seu próprio fracasso em busca da harmonia primordial (Is 11,1-10). É esta certeza-esperança que nos move a cantar esperando o natal: “Do tronco da vida, mesmo ferida, nasce uma flor rindo da dor” (Adolfo Temme).
E assim preparamos com íntimo desejo ‘a festa das nossas núpcias’ (Leão Magno) abraçando nossas fragilidades já assumidas pelo Verbo manifestado em nossa carne e ainda por se manifestar plenamente.
Somos sujeitos de desejo, inacabados, sempre “em devir”, nós e a realidade social e cósmica da qual fazemos parte... A nossa espera será proporcional ao nosso DESEJO. Santo Agostinho já dizia: “o teu desejo é a tua oração”; Gandhi o confirma: “tornamo-nos aquilo que ansiamos, dai a necessidade de oração" ; e Teilhard Chardin: “O Senhor Jesus virá na medida em que saibamos esperá-lo ardentemente; há de ser um acúmulo de desejos que fará apressar o seu retorno". A oração do primeiro domingo pede “o ardente desejo do reino para acorrer com nossas boas obras ao encontro do Cristo que vem”. E pede que sejamos vigilantes:
a) A nós mesmos/as, para não confundir a sede mais profunda do coração (sede de amar e de ser amado/a) com o desejo de posse (de pessoas e de coisas); para dar nome aos nosso desejos desorientados...
b) Aos sinais da vinda do nos acontecimentos
c) No cuidado da ‘casa’, apressando “com as boas obras” (amor concreto e gratuito) a chegada do reino;
prolongando na oração pessoal a escuta da Palavra (oração do coração), abrindo-nos à mediação do Verbo - “é ele que ama em nós” (Jean Yves Leloup).
Preparamos o natal celebrando o ADVENTO, o mistério da VINDA do nosso Salvador Jesus Cristo que “veio a primeira vez revestido de nossa fragilidade”, “virá no fim revestido de glória” (cf. prefácio I) e SEMPRE VEM, no tempo intermediário do nosso PRESENTE (homilia de São Bernardo, LH, I, p. 137 ). ELE VEM independente da nossa espera, mas justamente porque ele Vem, nos abrimos à sua presença no meio de nós: “agora e em todos os tempos, ele vem ao nosso encontro, presente em cada pessoa humana, para que o acolhamos na fé e o testemunhemos na caridade, enquanto esperamos a feliz realização do seu Reino”. (Prefácio IA).
Atentos/as às palavras da liturgia e aos acontecimentos do cotidiano, nos colocamos na condição de comunidade-Esposa, vigilante à espera do Messias. Ele virá tão certo como a aurora. Então cantamos: “das alturas orvalhem os céus, e as nuvens que chovam justiça, que a terra se abra ao amor, e germine o Deus salvador”. O Verbo que nasceu de Maria, germinará da terra QUE SOMOS NÓS, como nos ensina a Eco-teologia a partir da nova cosmologia (somos parte indissociável do cosmos).
O Verbo é o fruto da mútua cooperação, da admirável troca, entre o céu e a terra, entre o Espírito e a matéria. Por isso nos unimos a toda a humanidade e a toda a criação, em oração suplicante: VEM!! É o grito do próprio ESPÍRITO que se une à Esposa para dizer:: “Maranatá, VEM, Senhor Jesus!” (1Cor 16,22 e Ap 22,20).
Tendo esta tela de fundo, entremos com nossa atenção vigilante, na “alegre e piedosa espera” deste sagrado tempo da nossa esperança
FESTAS E TEMPO DO NATAL
O Natal não é apenas a celebração do aniversário de Jesus, é memória da nossa redenção. São Leão Magno um pai do século V, afirma que, com o nascimento de Jesus, “brilhou para nós o dia da nossa redenção”. Em Jesus Deus se aproximou do mundo, desposou a nossa humanidade, por isso, o mesmo Leão Magno refere-se às festas do natal como ao dia das nossas núpcias, em que se realizou o admirável intercâmbio entre o céu e a terra.
Destacam-se o dia do natal com sua oitava, a epifania e o batismo do Senhor. No dia do natal, celebramos a humilde presença de Deus na terra, adoramos o Verbo que se fez carne e habitou entre nós. É a festa da Divina solidariedade. Na epifania, conhecida como festa dos reis magos, celebramos a sua manifestação a todos os povos do mundo. O Batismo de Jesus no Jordão é a sua manifestação, no início da sua missão. Ele, o Servo da simpatia do Pai, destinado a ser luz das nações.
É importante resgatar a dimensão pascal do natal. O presépio, as encenações, os gestos e os cânticos do Natal e da epifania devem nos ajudar a celebrar a “passagem” solidária de Deus na pobreza da gruta, na manifestação Jesus aos povos, em Belém, e na manifestação a seu povo, no Jordão. Os ofícios de vigília, com o simbolismo da luz, retomam, de modo especial, o clarão da vigília pascal: lembram o nascimento e a manifestação do Senhor Jesus qual luz a iluminar os que andavam nas trevas. O Rito das aspersão, especialmente na festa do batismo, expressa o nosso mergulho na divindade do Cristo, do mesmo modo como ele mergulhou em nossa humanidade.
A novena do Natal
A novena do natal retoma de forma latino-americana a tradição de consagrar os últimos dias do advento à imediata preparação do natal. Celebrada especialmente nas famílias e nos grupos, em solidariedade com os doentes e com os mais pobres, atualiza o gesto de Maria em visita à sua prima Isabel (Lc 1,39-45), e, como elas, oferece e acolhe a salvação e a paz.
A novena de natal retoma o sentido de ansiosa espera pela vinda do reino e assume de um modo mais ardoroso a atitude de vigilância, ajudando-nos a viver em nós mesmos, e a desejar para o mundo e para todo universo, a expectativa de um novo parto da salvação de Deus.
Oferecemos aqui um ofício da novena de natal segundo a proposta do Ofício Divino das Comunidades, para dar a esta novena um caráter mais orante, tão a gosto do povo de nossas comunidades. De fato o estilo reflexivo e tão racional que em geral caracteriza as novenas de natal, não coincide com a concepção de novena que o povo e a própria liturgia tem. Sem perder a relação com a vida e a dimensão de compromisso, nossa proposta resgata a tradição de orar com salmos, hinos e preces, e valoriza da religião popular o seu jeito afetuoso procurando corresponder ao “fervor espiritual” que caracteriza a fé dos pobres.
Diferente das novenas de natal que muda a cada ano, a nossa tem caráter permanente, para permitir aos que vão fazer a novena se apropriarem dela como a sua celebração, sabendo de antemão o que vai ser feito. É uma maneira costumeira de começar, desenvolver e terminar, que é aquela de sempre, com elementos (hinos, salmos e preces) reconhecidos pelo povo como oração. O fato de retomar elementos tão ricos a cada ano, dá a possibilidade de aprofundar o seu sentido à luz dos fatos e da vivência da comunidade local. Embora seja permanente, trata-se de um roteiro aberto às expressões e às particularidades de cada grupo.
As antífonas do Ó
Nosso roteiro valoriza de modo especial as antífonas do ó. São sete poéticas composições, que na tradição romana acompanham o cântico de Maria nos dias da semana do advento, de 17 a 24 de dezembro. A versão brasileira de Reginaldo Veloso acrescentou duas novas, inserindo as expressões Mistério e Libertação, para completar os dias da novena. São chamadas “do ó” por causa da exclamação com que se iniciam. Elas exprimem a admiração comovida da Igreja na contemplação do mistério da vinda de Cristo, invocado com títulos tomados de clássicas imagens bíblicas: Mistério, Libertação, Sabedoria, Guia da casa de Israel, Rebento de Jessé, Chave de Davi, Sol da justiça, Rei das nações, Emanuel. Em alguns lugares do Brasil são muito conhecidas, chegando a dar um título curioso na devoção mariana - “Nossa Senhora do Ó”.
Sua origem remonta ao século VIII. Seu autor é desconhecido, embora alguns atribuam ao Papa Gregório Magno. Mas certamente alguém com um profundo conhecimento das Escrituras, porque ligou várias passagens do Antigo Testamento, criando algo novo e original
Elas têm todas uma estrutura semelhante: invocação ao Cristo, sempre iniciada em “Ó”, seguida do sentido desta invocação e um pedido. Num ritmo progressivo, a cada dia que passa aumenta a densidade da súplica, conduzindo-nos para dentro do mistério do Natal que estamos para celebrar, ajudando-nos a centrar no Cristo todas as nossas aspirações e desejos.
É uma súplica cheia de desejo dirigida ao próprio Cristo, para que venha salvar-nos sem demora. Ele é o mistério escondido e agora manifestado para trazer boa nova e libertação aos oprimidos. É Ele a Sabedoria que saiu da boca do altíssimo, guia do povo em êxodo, sinal para todas as nações, portador da chave que liberta das prisões. Cristo é o Sol nascente, resplendor da Luz eterna para os que jazem nas trevas, portador do nome divino, o Emanuel, Deus conosco, esperado das nações e desejado de todos corações a quem invocamos com toda ternura do coração: Vem, Senhor Jesus.
O desejo é a nossa oração, dizia Santo Agostinho. Nosso desejo, no entanto, precisa ser educado. As antífonas não eliminam nosso desejo, mas educam-no. Libertam o nosso desejo dos seus instintos egoístas. Universalizam e dão densidade aos nossos desejos. Elas são expressão do Espírito que vem em nossa fraqueza e reza em nós.
As imagens quase sempre evocando uma força que se revela na vida dos pobres e dos excluídos conjugam os títulos divinos de Cristo com sua humanidade e sua repercussão em nossa humanidade. Apresentando estes títulos, as antífonas evangelizam nossas imagens de Jesus Cristo. Muitas vezes construímos imagens não bíblicas, não cristãs, do próprio Senhor a quem seguimos. Elas nos ajudam, assim, a desenhar o rosto do Senhor no qual pusemos toda a nossa esperança e a viver com toda a intensidade, sem superficialidades e antecipações, o compasso da espera dos nove dias que preparam a festa do natal do Senhor.
Roteiro desta novena
O esquema que segue é uma sugestão adaptada do Ofício Divino das Comunidades (p. 497), com os seguintes elementos:
1 - Chegada.
O lugar da celebração na penumbra, clima de silêncio... é momento de entrar na própria casa, encontrar consigo mesmo(a), centrar o coração e a mente no Senhor, com os irmãos e irmãs. Um pequeno refrão contemplativo às vezes ajuda. Em cada roteiro há uma sugestão, mas pode-se escolher outro. Não se trata ainda da abertura, mas de possibilitar um tempo de quietude, de oração pessoal que prepara o louvor comunitário.
2 - Acendimento da vela.
Uma das imagens do advento é a lâmpada acesa, evoca vigilância, a atitude fundamental do advento. Estando para iniciar a celebração, - diziam os rabinos, - disponha-se a “acender o candelabro de Deus em seu coração, a retomar o caminho da misericórdia e a reavivar a alegria da gratidão”. Em nosso roteiro está previsto que a cada dia da novena se acenda uma vela. Cada dia o ofício começa com o gesto de acendimento da vela, acompanhado de uma bênção, (uma no 1o dia, duas no 2o e assim por diante).
3 - Abertura
Alguém entoa os versos que todos repetem. São versos bíblicos de invocação de Deus e de convite para o louvor, inspirados no salmo 70(69), que já nos põem em sintonia com a memória que vamos fazer da espera do Senhor. Quem coordena saúda a assembléia.
4 - Recordação da vida.
O nosso roteiro traz uma pequena introdução, convidando para a recordação da vida, que não é reflexão de um tema, nem é ainda as preces, mas memória de fatos, pessoas, reconhecidas como manifestações da vinda do Senhor ou de situações que precisam mudar.
5 - Hino.
Não é um salmo, nem um cântico bíblico, ainda que seja inspirado na bíblia... Destinado ao louvor de Deus, tem a função de expressar o sentido da hora, ou festa, ou tempo litúrgico (Cf. IGLH n. 173). Sugerimos um mesmo hino para marcar a novena - “ó vem, ó vem Eamanuel -, mas há outras opções no final do livro.
6 - Oração da coleta.
O coordenador convida à oração, a assembléia se inclina orando em silêncio e o coordenador conclui com uma breve oração. Em nosso roteiro há para cada dia duas opções, a primeira se repete igual todos os dias e a segunda traz sempre uma pequena mudança ligada ao sentido do dia.
7 - Salmodia.
Os salmos são a referência primeira do nosso clamor e do nosso louvor. Cantaram os salmos o povo de Deus da primeira aliança, e fizeram dele expressão da sua oração Jesus, Maria, os apóstolos, as primeiras comunidades cristãs... Cantando os salmos, unimos nossa voz ao clamor dos oprimidos e ao louvor de todos os redimidos para bendizer a Deus que abre os céus e faz chover o salvador.
Depois do hino, alguém introduz o salmo: há um versículo do novo testamento e uma pequena introdução, fazendo referência ao contexto do salmo e atualizando-o. As antífonas ou refrões conferem matiz particular ao salmo, ajudando a compreender o seu sentido em relação ao mistério que celebramos. Um cantor ou cantora entoa o salmo e a comunidade entra alternando em dois coros. No final há um tempo de silêncio, alguém pode repetir um verso que chamou a atenção. Entre uma repetição e outra há uma pequena pausa, para a escuta e a oração. Por fim, quem coordena pode concluir a salmodia com a oração sálmica, retomando o seu conteúdo e atualizando-o em forma de oração cristã. Há no final de cada salmo uma sugestão.
8 - Leitura bíblica.
Há para cada dia uma pequena leitura bíblica ligada ao sentido da celebração.
9 - Responso.
Segue imediatamente após a leitura, como resposta orante à palavra do Senhor, versos do salmo 80. Alguém canta e a comunidade intervém com o refrão. Sugerimos o mesmo refrão para cada dia, mas há outras alternativas no final do livro, para quem prefere variar.
10 - Meditação.
A meditação em nosso roteiro é uma palavra de aprofundamento da antífona do ó que acompanha o cântico de Maria. Depois do responso e de um breve silêncio, o(a) coordenador(a) pode ler ou transmitir com as próprias palavras o conteúdo da meditação que introduz o cântico da antífona.
11 - Cântico de Maria.
O cântico de Maria, dá graças ao Pai por sua manifestação na história. Seguido da antífona do ó, é um momento alto do ofício por sua relação a Jesus Cristo e pelo significado que adquire no contexto da novena, como anúncio de sua chegada. Há uma versão que se repete em cada roteiro e uma segunda alternativa no final do livro (n...)
12 - Preces.
Alguém faz o convite e propõe a resposta, de preferência cantada. Após as intenções que constam no texto as pessoas podem apresentar espontaneamente as suas preces. No final, todos recitam ou cantam o Pai nosso, acrescentando: Pois vosso é o Reino, o poder e a glória para sempre, como faziam as comunidades dos primeiros séculos, e como sinal de comunhão com as igrejas evangélicas que mantém o costume de rezar assim. Assim cumprimos nossa vocação de interceder pela humanidade, como povo sacerdotal, retomando a insistente súplica da Igreja: Vem, Senhor, Jesus.
13 - Bênção.
O ofício se conclui com uma bênção. Depois da bênção, a coordenadora ou coordenador despede a assembléia convidando a prolongar o louvor nos afazeres da vida: Bendigamos ao Senhor... Quer dizer:Continuemos a bendizer ao Senhor com a nossa vida, em cada situação concreta... a comunidade responde afirmativamente e invoca a ajuda de Deus sobre todos, inclusive aos irmãos e irmãs ausentes. No final, sugerimos uma bênção da casa que acolhe o grupo da novena, pedindo a paz para aquela família... Pode-se na despedida, cantar também uma saudação mariana (ver p. )
Para o último dia da novena, pode-se combinar uma confraternização entre todas as famílias que foram visitadas. O nascimento de Jesus se dá em Belém, a Casa do Pão, e a ceia é o sinal que ele deixou para lembrar a sua presença no meio de nós.
É importante estar atento para as posições e gestos do corpo, de acordo com o costume e a possibilidade do grupo. O mais comum é que a comunidade esteja em pé para o acendimento da vela, os versos de abertura, a recordação da vida, o hino e a oração da coleta, como sinal de vigilância ao Cristo que vem. A comunidade fica sentada para a salmodia, a leitura bíblica, o responso e a meditação. O Cântico de Maria, as preces e a bênção são realizados estando a comunidade novamente de pé. Em alguns momentos, como o refrão das preces ou o refrão da antífona do ó, o gesto de abrir os braços pode ajudar a vivenciar mais profundamente a dimensão de súplica e acolhimento da graça próprios do advento e da novena do natal.
A novena do natal encontra-se
No Ofício da Novena de Natal publicado pelas Paulinas. Os cantos estão gravados em CD, pela Comep.
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