No dia 10 de fevereiro de 1924, memória litúrgica de Santa Escolástica, Pe. Alberione que já havia iniciado a Congregação dos padres Paulinos (1914) e da irmãs Paulinas (1915), chamou algumas jovens, para começar uma nova Congregação: as Pias Discípulas do Divino Mestre.
Pe. Alberione queria que na Família Paulina, houvesse uma congregação mais dedicada à oração, evidenciando que na base de todo ministério apostólico, está o ser discípulo(a). Nos inícios as Discípulas dedicavam-se à adoração eucarística e ao serviço concreto nos seminários paulinos. Aos poucos, influenciado pelo movimento litúrgico, pe. Alberione, com a colaboração de Madre Escolástica, foi ampliando o ministério das Discípulas no horizonte pastoral do povo de Deus, a serviço do sacerdócio, da liturgia, especialmente da eucaristia.
O carisma das Discípulas se traduz em serviço ao sacerdócio de todos os batizados e aos ministérios na Igreja, com uma contribuição específica no âmbito da Liturgia, memorial da páscoa de Cristo e do seu povo, fonte de espiritualidade. Cada comunidade das Discípulas é lugar de exercício e testemunho deste sacerdócio batismal, na vida comum feita de fé, de vigilância e de abertura aos outros, na participação cotidiana dos mistérios de Cristo preparada e prolongada na prática da lectio divina e na adoração. E cada comunidade é chamada transformar esta vocação em serviço concreto à Igreja local.
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